IESS constata que contratação de plano de saúde médico-hospitalar registra alta de 1% em 12 meses

IESS - 10/08/2015

Os planos de saúde médico-hospitalares encerraram o mês de junho com 50,5 milhões de vínculos, apresentando uma alta de 1% na variação de 12 meses, e estabilidade (0%, exatamente), em comparação ao trimestre anterior, encerrado em março. Os dados resultam de levantamento realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) com base nas informações que acabam de ser atualizadas e constam no boletim “Saúde Suplementar em Números”.

"A informação é bastante positiva. Mesmo frente à queda da atividade econômica no País, o setor de saúde suplementar continua prosperando, impulsionado, principalmente, pelas contratações de planos coletivos por adesão”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintendente-executivo do IESS. “Uma pesquisa do Ibope revelou que o plano é o terceiro maior desejo do brasileiro e é considerado essencial pela maioria da população. Isso explica, em parte, porque, mesmo no período de recessão que vivemos, esse benefício continua com grande procura”, analisa.

Em junho, os planos coletivos por adesão registraram 6,77 milhões de beneficiários, alta de 2,2% na variação de 12 meses, e de 0,5% em relação ao trimestre anterior. Já o total de vínculos a planos coletivos empresariais, com 33,60 milhões de beneficiários, apresentou estabilidade (0%) em relação ao trimestre anterior e alta, de 1,4%, na variação de 12 meses.

“Temos acompanhado de perto o desempenho dos planos coletivos empresariais, que respondem por mais de 66% vínculos médico-hospitalar, porque as demissões podem resultar em queda de volume de beneficiários. Felizmente, isso ainda não aconteceu, o que demonstra a resiliência do setor de saúde suplementar”, comenta o superintendente-executivo do IESS.

Com 9,81 milhões de vínculos, os planos individuais registraram queda de 0,3% na variação de 12 meses e relativa estabilidade (-0,1%) em comparação ao trimestre anterior. 

As informações do boletim Saúde Suplementar em Números se baseiam em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que acabam de ser atualizados.