Promoção da saúde atinge 1,2 milhão de usuários de planos

Saúde Web - 05/10/2012

Um ano após o lançamento dos programas para promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças, cerca de 1,2 milhão de usuários de planos de saúde aderiram, o equivalente a cerca de 2,5% dos usuários de planos no país. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (4) pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS).

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) define como Programa para Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças aqueles que contêm ações em prol da promoção da saúde; da prevenção de riscos, agravos e doenças; da redução dos anos perdidos por incapacidade e do aumento da qualidade de vida dos indivíduos e populações.

Com o envelhecimento populacional e a maior ocorrência de doenças crônicas no país, cresce a importância do estímulo a esses programas desenvolvidos para a melhoria da qualidade de vida do beneficiário. A ANS publicou, em agosto/2011 as Resoluções Normativas 264 e 265, que incentivam as operadoras a implementarem programas dessa natureza.

Antes da vigência das citadas RNs, 127 programas foram informados à ANS com a estimativa de participação de 198 mil beneficiários. Após 12 meses, são 760 programas com a participação de 1,2 milhão de beneficiários.

Os programas implementados pelas operadoras de planos de saúde a partir do incentivo da ANS, além de estimular hábitos saudáveis, podem oferecer prêmios e descontos nas mensalidades dos planos.

Os programas possuem enfoque nas atividades voltadas para temas como estímulo à atividade física, alimentação saudável, prevenção do câncer, das doenças sexualmente transmissíveis, da osteoporose, da hipertensão, da diabetes, do tabagismo e da obesidade. Outra área de atenção com grande destaque é a da saúde do idoso.

Resultados Alcançados, segundo a Agência:

• diminuição da exposição a fatores de risco, como inatividade física, alimentação indadequada e tabagismo;
• adoção de hábitos saudáveis;
• aumento da capacidade funcional;
• aumento da utilização de exames preventivos e tratamento precoce do câncer;
• diminuição da taxa de internação por doenças crônicas;
• mudanças de hábitos e do ambiente doméstico para evitar quedas em idosos;
• retorno financeiro comprovado do investimento feito pelas operadoras nos programas.