Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC) fecha maio com 57,6% - retração de 1,2 ponto percentual

Segs Notícias - Beth Guaraldo - 12/06/2012

A maior insatisfação dos consumidores deu-se com os setores de vestuário, indústria farmacêutica, saneamento básico, indústria digital, seguradoras, bens de consumo e transportes metropolitanos

Medido pela ESPM e criado pelo professor pesquisador da escola e global chief digital officer da Rapp, Ricardo Pomeranz, o Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC) registrou nova queda em maio, passando de 58,6% em abril para 57,4%. O estudo analisa mensalmente 96 empresas de 24 setores da economia e é o primeiro e único indicador brasileiro com dados totalmente levantados na internet.
 
As maiores variações positivas foram o setor de gás, com expansão de 13,4 pontos, e as construtoras com aumento de 11 pontos percentuais. As maiores variações negativas ficaram por conta dos hospitais e laboratórios (queda de 19,3 pontos) e transportes metropolitanos (menos 16 pontos percentuais).
 
Dos 25 setores pesquisados, nove registraram aumento na satisfação – lojas de departamento (69,4%, aumento de 6,1 pontos percentuais), supermercados (78,9%, incremento de 1,1 ponto), banco (47,9%, mais 0,2 ponto), personal care (84,9%, aumento de 5,5 pontos), alimentos (85%, mais 4,4 pontos), construtoras (58,2%, incremento de 11 pontos), gás (70,8%, aumento de 13,4 pontos) e telefonia fixa (45,8%, mais 4,5 pontos).
 
Por outro lado, nos demais setores se verificou queda na satisfação do consumidor, como é o caso de telecom (35,6%, menos 2,3 pontos), indústria automobilística (61,9%, queda de 2,8 pontos), bebidas (83,6%, retração de 1,1 ponto), eletroeletrônicos (62,5%, menos 3,4 pontos), indústria farmacêutica (72,3%, queda de 6 pontos), vestuário (72,5%, menos 9,3 pontos), saneamento básico (40% e queda de 10,7 pontos), energia elétrica (33,2%, retração de 4,9 pontos), indústria digital (64,5%, menos 8,6 pontos), seguradoras (63,3%, queda de 11 pontos), bens de consumo (72,9%, menos 12,9 pontos), convênios médicos (43,6%, retração de 7,3 pontos), hospitais e laboratórios (73,2%, menos 19,3 pontos), aviação (52,2%, com queda de 5,5 pontos), drogarias (80,6%, menos 1,5 ponto) e transportes metropolitanos (22,5%, queda de 16 pontos).